Este blog pretende ser um espaço de partilha de ideias, de imagens, de opiniões, de artigos que contribuam para reflectir sobre Deus, a Igreja, e o Mundo. Será também uma forma de colocar à disposição de todos os cibernautas um conjunto de elementos e ferramentas que nos permitam estabelecer um diálogo sincero acerca de várias realidades.
Previligiarei, de um modo especial, a imagem ou a fotografia, para dar a conhecer as minhas áreas de interesse.
A vida tem mudanças que só o tempo ajuda amadurecer… Inaugura-se uma nova etapa na minha vida, servir como diácono três comunidades paroquiais de Vila Nova de Famalicão: O desafio é grande mas esperança de anunciar e testemunhar Cristo ressuscitado ainda é maior!
Caros cristãos, uma saudação amiga e fraternal a todos vós:
Sinto uma grande alegria pela recepção que esta comunidade paroquial me proporcionou;
Venho em missão para trabalhar convosco e para vós;
Espero contar com a ajuda e a colaboração de todos, em primeiro lugar do Pe. Mário, dos vários grupos e movimentos, e de toda a comunidade paroquial;
Sem dúvida que os tempos actuais pedem um renovado espírito de entreajuda e complementaridade...Por isso, deixo um apelo especial aos jovens, o futuro da humanidade e da Igreja, que não se deixem cair no desânimo e que a sua generosidade penetre toda a vida da paróquia: no grupo de acólitos, na catequese, no coro e em tantas outras actividades…
Procurarei corresponder ao “vosso” esforço mantendo-me fiel à missão para que fui destinado. Este ano será um desafio para mim e concerteza que também o será para vós…
Uma saudação especial ao Senhor Arcebispo, aqui representado na pessoa do vosso pároco, pela confiança que depositou em mim ao entregar-me esta missão de “trilhar” caminho convosco…
Por tudo isto, e parafraseando uma das vossas preces, que esta etapa do meu caminho que trilharei convosco seja sempre “pautada por acolhimentos mútuos de simpatia, alegria e fé”.
É importante parar de vez em quando para dar graças a Deus pelo dom da vida! Tenho noção que sou apenas uma gota de água no imenso oceano da Sua maravilhosa criação. Hoje, passados dois meses da minha ordenação diaconal, não posso deixar de evocar esta expressão que li em algures: «sinto uma agitação frenética em todo o meu corpo que corre, que anda, que busca, que se agita». Este tempo de diaconado será propício para me adaptar a um novo contexto que exige uma nova visão, um desinstalar para agarrar com alegria esta nova etapa ao serviço do Povo de Deus.
Como alguém afirmara «o que urge fazer é deixar que Tu fales dentro de mim, e viver na profundidade das coisas e no contínuo esforço de Te buscar, no silêncio do Teu ministério». Este pensamento de grande profundidade revela a minha condição de peregrino em busca de luz, do mistério divino.
Mas como a vida é feita de memórias vivas, que me permitem «ser quem sou» hoje, apontarei humildemente a história da minha vida vocacional. Não sem dificuldades que tive de ultrapassar. Como tudo na vida, não foi nada fácil tomar esta decisão. Não obstante, sempre tive a firme convicção de que é preciso não ter medo de nos deixarmos moldar, transformar e de nos entregarmos ao Senhor da Messe.
Eis então a minha história!
Proveniente de um seio familiar cristão, desde cedo me entusiasmei com toda a vida de fé na minha família e na minha paróquia.
Assim, aos seis anos, comecei a perceber que fazia parte da Igreja, como membro de um grande e misterioso corpo. Desde novo que me senti também chamado a dar voz à Palavra e ao canto litúrgico no grupo coral, que me incutiu o gosto e a beleza da música de Deus.
Com o passar do tempo o meu pároco convidou-me a visitar o Seminário Menor e a ir aos encontros de Pré-Seminário que se faziam nas férias escolares. Participei, então, com mais três colegas durante dois anos seguidos e foi precisamente nessas viagens para Braga que comecei a pensar no meu futuro. Esses encontros foram importantes pois, entre muitas coisas, aí descobri sinais importantes para a minha vida e fiz novos conhecimentos com outros jovens, chamados para a mesma causa.
A partir destas maravilhosas experiências fiquei a pensar na hipótese de ingressar no Seminário, chegando à conclusão que gostaria de assumir essa vida «diferente» – a de seminarista.
Contudo, havia um entrave sério! Devido às dificuldades financeiras dos meus pais acabei por ter de adiar o meu ingresso no Seminário. Porém, em 1998, o meu novo pároco, com amizade e insistência, reavivou-me o desafio de estudar no Seminário. Sentindo o seu apoio incondicional e da paróquia, aceitei esse repto com toda a convicção! Em Setembro, desse mesmo ano, iniciei o meu projecto de discernimento vocacional, de entrega a Cristo, o Bom Pastor.
Desde a minha entrada que uma nova vida se iniciou, marcada por quatro dimensões novas a explorar: a vertente humana, espiritual, académica e pastoral.
Os primeiros tempos foram duros! As saudades da família, da gente com quem convivia e da minha terra eram muitas. A adaptação levou tempo a digerir porque o regime comunitário do Seminário era diferente do meu ambiente familiar.
Arrepiando caminho e sem olhar para trás cheguei ao fim do secundário… Todavia, deparei-me com um obstáculo… No final do 12.º ano, tive que parar! Por sorte ou por azar, chumbei a uma disciplina. Prevendo as consequências deste «azar», nesse ano escolar inactivo, em 2002/2003, para «recompensar» os meus pais, trabalhei durante três meses na construção civil e outros três como recepcionista num Hotel.
Apesar de tudo não desisti! No final desse mesmo ano fiz os exames nacionais e consegui ultrapassar mais uma barreira, entendendo que deveria prosseguir os meus estudos e respectiva formação no Seminário Maior. Aqui, já num contexto de Faculdade e de rumo mais intenso ao sacerdócio, tive que me habituar a alguns sacrifícios, a ter de estudar mais afincadamente, a assumir a oração como fundamento da minha vida, a reencontrar a beleza da espiritualidade cristã, a enunciar ao supérfluo e a esforçar-me para ultrapassar certas etapas, para encontrar Cristo e com Ele servir a Igreja.
Durante todo este percurso descobri que este chamamento contribuiu para o desenvolvimento das capacidades e dons recebidos de Deus. Quando assumimos a vocação com seriedade e sinceridade, encontramos o caminho da felicidade, que, afinal, é o caminho de Deus, de modo a vivermos o nosso compromisso de serviço aos outros, na caridade genuína e gratuita.
Para isso, talvez valha a pena o esforço de «aproximar da boca de Deus o ouvido do nosso coração», como referia S.to Agostinho. Não podemos sentir vergonha de procurar Aquele que «é mais doce que todo o prazer (…), mais resplandecente que toda a luz, mais oculto que todo o segredo, mais sublime que toda a honra (…)», como afirmara ainda o bispo de Hipona. Contudo, não nos desiludamos! Deus quer a nossa felicidade e quer que sejamos felizes, aqui e agora. Deus lança-nos na grande viagem da vida. Ele tem um projecto para cada um de nós, e nós temos a vocação, cujo o fundamento principal é o Amor, pois só ele é que nos faz permanecer firmes na opção que tomamos. Exemplo disso é o diálogo de Jesus com Simão Pedro. O Mestre não lhe pergunta pelas suas capacidades e/ou se tinha coragem para a missão que iria receber, mas simplesmente o questionou se O amava: «Simão, filho de João, tu amas-me mais do que estes?» (Jo 21, 15).
Todo o meu caminho percorrido até hoje nem sempre teve o mesmo ritmo e entusiasmo. Ao longo do percurso foram várias as adversidades, hesitações, inquietações, indecisões… Foi e é todo um caminho de exigência e de entrega. Como baptizados em Cristo Jesus, cabe-nos olhar para o futuro com optimismo e esperança, para sermos homens da Palavra e da esperança evangélica num mundo ávido de transcendência.
Ser sacerdote é ser profeta, enviado em nome de Deus, para anunciar a salvação a todos os povos. Ser sacerdote é predispor-se a escutar primeiro a Palavra que vem do alto, numa abertura do coração, que faz de nós discípulos verdadeiros de Cristo. Viveiro e gérmen de vocações, o Seminário ajuda-nos a aprender a caminhar como discípulos e a escutar o Mestre, a fim de aprofundarmos e discernirmos o nosso futuro rumo ao sacerdócio.
Seduzido pela beleza infinita de Deus, como aprendiz e iniciado na Sua escola do Amor, deixo com este simples mas sincero testemunho, de quem procura encontrar Cristo todos os dias, um apelo a todos os jovens: «não temais», não há que ter medo de ser profetas, porque não voltardes o vosso olhar para Cristo e O seguirdes? Senhor Jesus, dá-nos a coragem de responder à pergunta que pessoalmente nos fazes: «Tu amas-me?» e de, como Tu, sem reservas nem condições, doarmos a nossa vida por amor e fidelidade ao Reino.
Na continuidade das leituras do passado Domingo, o Senhor, fala-nos, hoje, dos profetas. Se, há uma semana, Jesus nos dizia que ninguém é profeta na sua própria terra, hoje, Ele chama e envia os seus doze Apóstolos dois a dois.
Dois amigos
Jesus enviou os seus discípulos dois a dois, isto é, como amigos. De facto, ser discípulo de Cristo é ser amigo e testemunhar a amizade.
Um homem sonhou que estava a subir uma íngreme montanha com o seu cão. Os dois cansados e com muita sede viram a certa altura um portão. O homem perguntou ao vigilante:
- Que lugar é este, tão lindo?
- Isto é o céu.
- Que bom! Podemos beber da fonte?
- Você sim, o seu cão não. É proibida a entrada de animais.
O homem ficou desiludido pois era grande a sede mas não quis beber sozinho deixando o seu fiel amigo com sede e prosseguiu o caminho.
Mais à frente surgiu uma porta mais estreita.
- Bom dia, podemos beber da fonte, eu e o meu cão?
- Sim, bebei à vontade.
- Obrigado! A propósito, como se chama este lugar?
- Céu, respondeu o vigilante.
- Céu?! Mas disseram-nos que o céu era lá atrás.
- Lamento, aquilo era o inferno.
- Mas então, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
- De forma nenhuma. Fazem-nos até um grande favor porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar os seus melhores amigos.
Caros cristãos, é por isso mesmo que estamos aqui a celebrar a Sua Vida, é Ele quem nos envia: “Pois, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles” - Mc 18,20.
“Vai profetizar ao meu povo de Israel”, disse o Senhor, ao profeta desinstalado e incómodo, que dá pelo nome de Amós. Em resposta a este desafio, neste Domingo, na Sé de Viana do Castelo, o Bispo D. José Pedreira presidiu à celebração de Ordenação Presbiteral, de dois novos Padres, o P.e Jorge Esteves e o P.e Ricardo Esteves.
Ao longo de toda a história da Igreja, sempre houve pessoas que deixaram tudo para seguir a Jesus. Foram discípulos e missionários que abandonaram o conforto de um lar, a segurança de uma pátria e os benefícios de posses materiais. Preferiram viver como peregrinos, dedicar-se a outras pessoas e cumprir sua missão. Houve até grandes movimentos itinerantes, congregações religiosas e grupos de fiéis que largaram suas casas e se puseram a caminho. Cumpriam um mandato fundamental do Cristianismo, ir e anunciar. Ainda hoje existem pessoas e movimentos que mantêm essa mesma prática. Têm como regra de vida o discurso da missão, lido no Evangelho deste domingo.
Jesus reúne os Seus seguidores e envia-os a pregar aos pares. Partem dois a dois, sem levar nada, apenas o bastão e as sandálias isto porque a missão é longa e difícil. As instruções que recebem do Mestre são de simplicidade absoluta, pois concerteza que todos bem sabemos que a eficácia de uma missão não depende da abundância de meios materiais.
Os seguidores de Jesus divulgam o Evangelho com liberdade profética. Por isso, já o profeta Amós, (por volta do ano 750 a.C.), conforme a primeira leitura deste domingo, praticava sua missão profética em favor da justiça e da verdade. Amós profetizou numa época de prosperidade em Israel, mas também de grande contraste entre ricos e pobres. Este profeta sai de sua terra natal, em Judá, e parte para o norte, onde denuncia as injustiças praticadas contra os pobres e decreta a morte do rei. Em contrapartida, Amasias, sacerdote funcionário do rei, o acusa de conspiração contra o Estado e tenta expulsá-lo do santuário real. Decreta: “Vai-te daqui, vidente. Foge para a terra de Judá. Aí ganharás o pão com as tuas profecias”. Mas Amós finca o pé: “Eu não era profeta, nem filho de profeta. Era pastor de gado e cultivava sicómoros. Foi o Senhor que me tirou da guarda do rebanho e me disse: ‘Vai profetizar ao meu povo de Israel’”. Amós deixa claro que não fazia parte de nenhum grupo de profetas profissionais e que não dependia disso para sobreviver. Tinha sua profissão com a qual ganhava muito bem a vida. Mas o Senhor o arrancara do seu rebanho para ser profeta, defender o direito das pessoas importunadas e denunciar as injustiças dos grandes. Ah!... Como faz falta um Amós nos dias de hoje!...
Jesus coloca-se na linha de Amós e dos grandes profetas de Israel. Propõe um Reino de paz e de justiça, com novas relações baseadas no amor e na misericórdia. “Ele chamou os doze Apóstolos e começou a enviá-los dois a dois. Deu-lhes poder sobre os espíritos impuros”. Marcos já dissera anteriormente (3,13-19) que Jesus havia chamado “quem ele quis” e constituiu os doze, com três finalidades específicas. A primeira era para ficar com ele, a segunda para anunciar a boa nova, e a terceira para expulsar os demónios. Aqui retorna o relato do chamamento e envio. Jesus chama de acordo com a liberalidade do seu coração, não segundo as capacidades das pessoas. A origem do chamamento está em Deus: o critério da escolha é um mistério... E o fundamento da missão é Jesus, não os projectos pessoais de cada qual. As pessoas são escolhidas para continuar o projecto de Deus, implantado por Jesus, não os projectos humanos, propostos por quem quer que seja.
Também S. Paulo no hino aos Efésios, proclamado na segunda leitura, coloca-nos no contexto global deste mistério da salvação, no qual somos chamados à santidade, em Cristo Jesus, para a glória de Deus Pai. O Apóstolo expõe, em forma de bênção e com grande originalidade, o conteúdo do mistério redentor pelo qual Deus salva todos os Homens, judeus e pagãos, em Cristo e por Cristo. Trata-se de um hino jubiloso a Deus pelo seu plano maravilhoso concentrado em Cristo. Também nós, baptizados, temos como tema do nosso louvor os sentimentos de gratidão por todas as bênçãos com que Deus continuamente nos abençoa.
Caros amigos, numa época em que tanto se busca as “forças ocultas”, não deixa de ser curioso que é precisamente esta a primeira missão dos discípulos: afastar os espíritos impuros! Proteger o povo de tudo aquilo que o escraviza, que destrói a sua vida e a sua felicidade, de tudo o que o afasta de Deus. Onde existe Deus, não há lugar para espíritos vazios e assustadores. Ele sim, é a nossa segurança e a nossa certeza, nunca estamos sós… A exemplo de Jesus, a missão tem resultados terapêuticos, pois os discípulos “expulsaram muitos demónios, ungiram com óleo muitos doentes e curaram-nos”.
Neste sentido, inseridos na dinâmica da Palavra de Deus, continuemos a dar-lhe graças pelo dom da vida, colocando no altar tudo aquilo que somos, os nossos sonhos e anseios, as nossas alegrias e tristezas, como oferenda agradável a Deus.
Esta é a aliança que estabelecerei com a casa de Israel, diz o Senhor: Hei-de imprimir a minha lei no íntimo da sua alma e gravá-la-ei no seu coração. Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
Toda a mensagem que Jeremias nos oferece é profundamente espiritual e teológica. Dela, apraz-nos destacar a doutrina da nova aliança (31,31-34).
É uma aliança nova na forma e no espírito, pois não é gravada na pedra (Ex 19,1-24,11), mas no coração e será eterna, firmada no amor de Deus. Assim sendo, só uma lei inscrita no coração de cada um, feita vida e geradora de virtude e não apenas pronunciada pelos lábios, será fundamento desse novo coração e nova aliança. De coração transformado o homem há-de procurar “conhecer” Jesus, segui-Lo no caminho do amor radical, do dom da vida, da entrega que brota a vida verdadeira e eterna, que Deus nos quer oferecer.
A de Jeremias cumpriu-se em Cristo. Oxalá todos aqueles que têm o Seu nome escutem a voz da sua consciência, na qual Deus gravou indelevelmente os seus desígnios de amor, a sua vontade salvífica universal.
Por tudo isso, neste início de Ano Sacerdotal, vale a pena traduzir o nosso amor a Deus em actos, e não ficarmos, apenas, em palavras bonitas ou em promessas feitas em momentos de dificuldade; vale a pena perdoar, sem ressentimentos ou rancores; vale a pena sacrificar a nossa vontade pela obediência à vontade de Deus; vale a pena viver a vida de harmonia com o Evangelho. Assim, mostraremos Jesus Cristo, a quem o desejar conhecer.
Leitura breve Is 66, 1-2 Eis o que diz o Senhor: O céu é o meu trono, e a terra escabelo dos meus pés. Que casa podereis construir-Me? Qual será o lugar do meu repouso? Pela minha mão foram feitas todas as coisas e tudo Me pertence, diz o Senhor. O meu olhar volta-se para os humildes e os corações contritos, para aqueles que temem as minhas palavras.
Esta passagem do livro de Isaías sugere que olhemos com atenção para o que o Senhor Deus diz. Olhar para a majestade de Deus não como simples contemplação mas como quem O vive e procura a partir de dentro. Mas é o olhar de Deus que se volta para os humildes, para aqueles que se predispõem a escutá-Lo com sinceridade de coração. É um Deus que vem ao encontro, que não está lá longe no céu mas faz da terra escabelo de seus pés, manifestação do seu amor. É a tradução do amor de Deus encarnado em Jesus Cristo. Que trono lhe poderemos construir? Que lugar de repouso? O templo? Ou o nosso coração? Que tempo repousamos para pensar em Deus? Habitará Deus em nós e nós em Deus? Que gestos, sinais, tornam visíveis essa presença no quotidiano? Deus está presente no céu e na terra, deu-nos em herança a criação, porque por Ele tudo foi criado. Contemplemos nesta manhã a vida como dom de Deus que nos chama a tomar parte da felicidade celestial, onde os coros dos anjos elevam os nossos cânticos para Deus.
"É próprio do diácono, na medida em que lhe for indicado pela competente autoridade, administrar solenemente o Baptismo, guardar e distribuir a Eucaristia, assistir ao Matrimónio e abençoá-lo em nome da Igreja, levar o Viático aos moribundos, ler a Sagrada Escritura aos fiéis, instruir e exortar o povo, presidir ao culto e à oração dos fiéis, administrar os sacramentais, presidir aos ritos do funeral e da sepultura. Consagrando-se aos serviços da caridade e da administração, lembrem-se os diáconos da recomendação de São Policarpo: «Sede misericordiosos e diligentes, e caminhai na verdade do Senhor, que Se fez servo de todos»."